Dono do restaurante Paladino é investigado por suspeita de importunação sexual contra funcionária em BH
Funcionária denuncia importunação sexual Um dos responsáveis pelo restaurante Paladino, no bairro Braúnas, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, foi p...
Funcionária denuncia importunação sexual Um dos responsáveis pelo restaurante Paladino, no bairro Braúnas, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, foi preso nesta terça-feira (20) após uma funcionária denunciar que sofreu importunação sexual no local de trabalho. O suspeito, Marcelo Haddad Guerra, tem 47 anos. Segundo o registro policial, a jovem, de 20 anos, trabalha como recreadora no estabelecimento. Ela relatou que chegou ao restaurante por volta das 10h20 e conversou com o homem sobre as atividades que faria ao longo do dia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Em seguida, a funcionária foi até a sala onde ficam guardados os materiais de recreação e foi acompanhada pelo suspeito. De acordo com o relato da jovem à polícia, ele perguntou sobre um piercing que ela tem no mamilo. Durante a conversa, o homem se aproximou, tocou os seios dela e deu um tapa nas nádegas da funcionária, sem consentimento. Ao g1, o advogado do suspeito informou que ele nega ter cometido o crime (leia mais abaixo). Agora no g1 Suspeito falou em 'brincadeira' e 'ato consentido' A recreadora disse que ficou sem reação, se afastou e pediu que ele parasse. Ainda segundo o depoimento, o suspeito minimizou o ocorrido e afirmou que era apenas uma “brincadeira”. Após receber a denúncia, uma equipe policial foi ao restaurante e abordou o homem no momento em que ele deixava o estabelecimento. Conforme o registro, ele admitiu aos investigadores que teve contato físico com a funcionária, mas alegou acreditar que o ato era consentido. O suspeito foi conduzido à delegacia e preso. A defesa de Marcelo afirmou, em nota, que ele nega ter cometido o crime e que confia que a investigação demonstrará sua inocência. Nesta quarta-feira (21) o Tribinal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) concedeu liberdade provisória para o acusado após audiência de custódia, pois no entendimento da Justiça, o acusado não possui outro registro de prisão e é considerado réu primário. Além disso, o Ministério Público se manifestou em favor da soltura. Marcelo deverá cumprir medidas cautelares enquanto o auto de prisão em flagrante tramita segredo de Justiça. Fachada do restaurante Paladino, no bairro Braúnas, região da Pampulha, em BH Reprodução/Instagram